Uma reflexão sobre o ensino de Astronomia na perspectiva da Base Nacional Comum Curricular

Autores

  • José Gidauto dos Santos Lima Jr Faculdade de Física/Instituto de Ciências Exatas/Programa Nacional de Mestrado Profisional em Ensino de Física, Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
  • José Elisandro de Andrade 2Faculdade de Engenharia Mecânica/Instituto de Geociências e Engenharias, Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará http://orcid.org/0000-0002-3147-2313
  • Jeânderson de Melo Dantas Faculdade de Computação e Engenharia Elétrica/Instituto de Geociências e Engenharias, Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
  • Luiz Moreira Gomes Faculdade de Física/Instituto de Ciências Exatas, Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará

DOI:

https://doi.org/10.14808/10.14808/sci.plena.2017.012707

Palavras-chave:

Currículo Comum, Ensino de Astronomia, Livro Didático

Resumo

Tema recorrente da política educacional brasileira, durante muitos anos discutiu-se a possibilidade da implementação de um Currículo Nacional que contemplasse de forma igualitária o acesso ao ensino e aprendizado de modo a garantir as especificidades regionais, culturais e sociais do país.  Hoje, essa expectativa tornou-se realidade. A proposta da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é de justamente fomentar e subsidiar um currículo comum que atenda a todas as expectativas da comunidade escolar e mais, com a participação efetiva em todo o processo dos diversos grupos e segmentos da sociedade civil brasileira nas discussões. Evidentemente, que a BNCC não resolverá todos os problemas, entretanto, acredita-se para a maioria dos especialistas que amenizará boa parte deles.  Como a BNCC traz uma discussão ampla a respeito, esse artigo, limitou-se a discussão na Unidade Curricular do ensino de Astronomia na perspectiva dos eixos formativos da BNCC, apresentando as potencialidades e fragilidades de sua inserção na dinâmica da escola, com foco nos processos formativos de docência, nos livros didáticos e no regime de período letivo atual, além é claro, da complexidade dos conteúdos de Física, especificamente, os conteúdos de Astronomia, suas interpretações, os processos metodológicos envolvidos no ensino e perspectivas futuras. Atualmente, o processo de discussão a respeito da BNCC continua, porém, a análise e a visão geral de como a BNCC atuará nos fornece um delineamento inicial sobre as possíveis estratégias ou técnicas de ensino nessa perspectiva tão recente de um currículo comum.

Biografia do Autor

José Gidauto dos Santos Lima Jr, Faculdade de Física/Instituto de Ciências Exatas/Programa Nacional de Mestrado Profisional em Ensino de Física, Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará

Graduado em Matemática pela Universidade Federal do Pará em 2005, Graduado em Física pela mesma instituição em 2013 e Pós-Graduado em Sistemas Modernos de Telecomunicações pela Universidade Federal Fluminense em 2007, possui experiência na área de ensino de Matemática e Física bem como na área de Telecomunicações.

José Elisandro de Andrade, 2Faculdade de Engenharia Mecânica/Instituto de Geociências e Engenharias, Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará

Doutor (2012) e Mestre (2008) em Física da Matéria Condensada, Bacharel em Física Médica (2006) e Licenciado em Física (2011) pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), Especialista em Docência no Ensino Superior pela Estácio/FaSe (2009). Atualmente atua como Professor do Magistério Superior no Curso de Graduação em Engenharia Mecânica da Faculdade de Engenharia de Materiais (FEMAT) do Instituto de Geociências e Engenharias (IGE) da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa). Docente do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Industrial (PPGEI) da Universidade Federal do Pará (UFPA). Docente do Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física (MNPEF/Unifesspa). Tem experiência na área de Física com ênfase em Ensino de Física e Nanomateriais, atuando principalmente nos seguintes temas: Ensino de Física; Síntese, caracterização e modificação de nanopartículas de prata. Polímeros. Coordena Projetos de Pesquisa e Extensão. Trabalha com as seguintes técnicas de caracterização: Microscopia de Tunelamento de Elétrons (STM), Microscopia de Força Atômica (AFM), Espectroscopia UV-Vis, Espectroscopia Raman e Espalhamento Dinâmico de Luz (DLS) 

Jeânderson de Melo Dantas, Faculdade de Computação e Engenharia Elétrica/Instituto de Geociências e Engenharias, Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará

Possui graduação em Física Licenciatura pela Universidade Federal de Sergipe (2006), mestrado em Física pela Universidade Federal de Sergipe (2008) e doutorado em Física pela Universidade Federal de Sergipe (2012). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará. Tem experiência na área de Física Computacional, com ênfase em Estados Eletrônicos

Luiz Moreira Gomes, Faculdade de Física/Instituto de Ciências Exatas, Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará

Possui graduação em Licenciatura em Física e Doutorado pela Universidade Federal do Pará. Tem experiência nas áreas de Física e Engenharia Mecânica, com ênfase em Mecânica dos Fluídos e Ensino de Física, atuando principalmente nos seguintes temas: Tecnologias de Ensino, transporte pneumático, escoamento bifasico, manuseio e escoamento de sólidos e simulação computacional (CFD, DEM, FEM).

 

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Publicado

2017-01-13

Edição

Seção

I Workshop sobre pesquisas na Amazônia e I encontro do MNPEF da Unifesspa