Densidade de plantio na cultura da cenoura no Submédio do Vale do São Francisco

Autores

  • Geraldo Milanez de Resende Embrapa Semiárido
  • Nivaldo Duarte Costa Embrapa Semiárido
  • Jony Eishi Yuri Embrapa Semiárido
  • José Carlos Ferreira Embrapa Semiárido
  • José Hortêncio Mota Universidade Federal de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2016.040202

Palavras-chave:

Daucus carota, rendimento, espaçamentos entre linhas e plantas, massa fresca de raiz

Resumo

A cenoura é a quarta hortaliça mais consumida no país e uma das mais consumidas no mundo. Com o objetivo de avaliar o desempenho produtivo da cenoura em diferentes espaçamentos de plantio conduziu-se um experimento no período de outubro de 2013 a fevereiro de 2014. Utilizou-se o delineamento de blocos ao acaso em esquema fatorial 2 x 4, consistindo em dois espaçamentos entre linhas (20 e 25 cm) e quatro espaçamentos entre plantas (4, 6, 8 e 10 cm) com três repetições e utilizando a cultivar Brasília. A altura das plantas oscilou de 52,1 a 53,3 cm para os espaçamentos entre linhas e de 51,0 a 53,2 cm nos espaçamentos entre plantas, não se verificando diferenças significativas. Produtividade comercial de raízes superior foi obtida para o espaçamento de 20 cm entre linhas (40,6 t ha-1), em comparação ao espaçamento de 25 cm entre linhas (35,4 t ha-1). O espaçamento 4 cm entre plantas linhas apresentou maior rendimento de raízes comerciais (44,5 t ha-1). Maior massa fresca de raízes foi observada nos maiores espaçamentos entre linhas e plantas. À medida que se aumentou a população de plantas houve um acréscimo no percentual de raízes de maior comprimento e redução percentual de raízes mais curtas.

Biografia do Autor

Geraldo Milanez de Resende, Embrapa Semiárido

Pesquisador na área de fitotecnia/olericultura

Nivaldo Duarte Costa, Embrapa Semiárido

Pesquisador na área de fitotecnia/olericultura

Jony Eishi Yuri, Embrapa Semiárido

Pesquisador na área de fitotecnia/olericultura

José Carlos Ferreira, Embrapa Semiárido

Pesquisador plantas daninhas

José Hortêncio Mota, Universidade Federal de Goiás

Professor de olericultura

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Publicado

2016-04-08

Edição

Seção

Artigos