Avaliação da presença de biotoxinas marinhas em moluscos bivalves na região da Costeira do Ribeirão em Florianópolis, Santa Catarina

Autores

  • Luiza Pigozzi Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos, Universidade Federal de Santa Catarina, 88040-900, Florianópolis-SC, Brasil
  • Valentina Santiago Freitas Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos, Universidade Federal de Santa Catarina, 88040-900, Florianópolis-SC, Brasil
  • Valéria Americo Salazar Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos, Universidade Federal de Santa Catarina, 88040-900, Florianópolis-SC, Brasil
  • Silvani Verruck UFSC

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2021.081501

Palavras-chave:

ficotoxinas, ácido okadáico, mexilhões

Resumo

Santa Catarina representa a maior parte da produção de moluscos bivalves no Brasil e sua capital, Florianópolis, é um grande polo de cultivo sendo a Costeira do Ribeirão da Ilha, bairro localizado no sul da ilha, um local de grande produtividade. O presente trabalho teve como objetivo avaliar os resultados das análises de monitoramento de ficotoxinas realizadas em ostras e mexilhões provenientes da Costeira do Ribeirão da Ilha no período de outubro de 2019 até outubro de 2020. A compilação dos dados demonstrou ocorrência de biotoxinas marinhas na região em cinco datas. Os laudos apresentaram valores de ácido okadaico de 243,7; 350,0; 335,0; 173,8; e 186,2µg/kg. Nessas ocasiões os valores estavam acima do máximo permitido pela legislação brasileira e, por isso, a retirada e comercialização dos moluscos foi proibida temporariamente no período em que as contaminações estavam presentes. Sendo, assim, este trabalho demonstra que o monitoramento da qualidade das águas e moluscos bivalves têm grande importância para garantir a saúde do consumidor, tendo em vista a tendência de expansão do cultivo e consumo desse alimento nos próximos anos.

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Publicado

2021-09-09

Edição

Seção

III Congresso Tocantinense de Ciência e Tecnologia de Alimentos