O protagonismo discente no contexto das políticas afirmativas em educação científica

Autores

  • Aline Mendonça Santana Universidade Federal de Sergipe
  • Márcia Cristina Rocha Paranhos Universidade Federal de Sergipe
  • Alice Alexandre Pagan Universidade Federal de Sergipe

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2017.059904

Palavras-chave:

Singularidades, cotas, Educação Especial,

Resumo

O presente artigo teve como objetivos discutir se é possível, através do conceito de singularidade, empoderar o aluno para a inovação e torna-lo protagonista da própria inclusão; Além de propor o conceito de inovação inclusiva no contexto da formação de professores de biologia e na educação científica, buscamos relacionar as duas temáticas focando no aluno e pensar a inclusão partindo dele. Neste sentido, elencamos 3 categorias visando: 1- problematizar o Ensino superior e o sistema de cotas; 2- O papel da singularidade e do protagonismo nas práticas inclusivas; e 3- Inovação Inclusiva como conceito educacional. Diante do panorama do Ensino Superior brasileiro, é notória a falta de preparo e as dificuldades enfrentadas pelos estudantes. Faz-se necessário, além das políticas afirmativas, um acompanhamento e medidas de permanência dos alunos. A inovação inclusiva pode suprir essa demanda no momento em que se observam as singularidades dos discentes, dando a eles os subsídios necessários para tornarem-se protagonistas de sua própria inclusão, propondo as mudanças e inovações que eles necessitam.

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Publicado

2017-08-11

Edição

Seção

Encontro Nacional Ciência e Habilidades Socioemocionais