Crueira: resíduo agroindustrial sólido rico em amido

Autores

  • Cristina Ferraz Silva Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Departamento de Engenharia Química Laboratório de Bioquímica Industrial
  • Geisa Graziella Coqueiro Rocha Universidade Federal de Sergipe
  • Alana Mayara Santos Universidade Federal de Sergipe
  • Sharlene Silva Costa Universidade Federal de Sergipe
  • Diego Fonseca Bispo Universidade Federal de Sergipe
  • Roberto Rodrigues de Souza Universidade Federal de Sergipe

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2016.054209

Palavras-chave:

crueira, caracterização, resíduo

Resumo

A mandioca é um dos principais alimentos cultivados nos países subdesenvolvidos, possuindo destaque em diversos setores da sociedade. A mandioca é essencial para base da alimentação de famílias e animais, além de gerar renda e empregos com importante participação na indústria. O Brasil se apresenta como um dos maiores produtores dessa tuberosa e seu processamento é comumente utilizado para a fabricação de fécula e farinha. No entanto, durante a produção da farinha são gerados vários resíduos, dentre deles a crueira. O objetivo do presente estudo foi caracterizar o resíduo sólido, crueira, gerado no processo de obtenção da farinha de mandioca, visando atribuir valor e promover uma destinação útil ao resíduo que é descartado sem qualquer tratamento prévio. Foram caracterizados sete parâmetros físico-químicos do resíduo: umidade, pH, teor de cinzas, teor de amido, teor de lipídeos, fibra bruta e proteínas. Os resultados das análises físico-químicas demonstraram que o resíduo sólido estudado possui alto teor de amido (82,00 ± 0,58) e baixo teor de cinzas (1,52 ± 0,03). Portanto, a crueira representa um resíduo potencial que pode ser usado como fonte de amido em processos biotecnológicos de bioconversão.

Biografia do Autor

Cristina Ferraz Silva, Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Departamento de Engenharia Química Laboratório de Bioquímica Industrial

Departamento de Engenharia Química
Laboratório de Bioquímica Industrial

Geisa Graziella Coqueiro Rocha, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química
Laboratório de Bioquímica Industrial

Alana Mayara Santos, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química
Laboratório de Bioquímica Industrial

Sharlene Silva Costa, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química
Laboratório de Bioquímica Industrial

Diego Fonseca Bispo, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química
Laboratório de Bioquímica Industrial

Roberto Rodrigues de Souza, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química
Laboratório de Biotecnologia Ambiental

Downloads

Publicado

2016-05-12

Edição

Seção

VII Seminário de Pesquisa em Engenharia Química - Edição financiada pela CAPES