Potencial biotécnico das espécies Aroeira Schinus terebinthifolius Raddi e Sabiá Mimosa caesalpiniaefolia Benth para recuperação de taludes marginais no baixo São Francisco.

I. D. M. Santana, F. S. R. Holanda, R. N. A. Filho, A. H. B. Menezes, J. F. V. Cruz, T. F. S. N. Soares, A. F. R. Melo, P. G. O. Neto

Resumo


Uma das técnicas utilizadas na bioengenharia de solos para a estabilização de taludes é a estaquia, que é a propagação vegetativa, em que se utiliza estacas vivas para obtenção de uma planta. Este  trabalho teve como objetivo avaliar o potencial biotécnico das estacas vivas das espécies aroeira e sabiá e a influência do diâmetro de corte das estacas na sua sobrevivência. Percebe-se que os níveis de adubação não exerceram papel fundamental para o seu enraizamento já a sua posição no talude atribui vantagens às estacas plantadas em locais com melhores teores de umidade e luminosidade.


Palavras-chave


bioengenharia de solos; erosão; estaquia

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