Trajetórias de socialização: modos de dizer e de fazer aproximando agentes prisionais, internos e comunidade.

Autores

  • D. G. Santos Grupo de Estudos e Pesquisa em Exclusão, Cidadania e Direitos Humanos, Universidade Federal de Sergipe
  • D. A. Santos Grupo de Estudos e Pesquisa em Exclusão, Cidadania e Direitos Humanos, Universidade Federal de Sergipe
  • L. A. O. Lima Grupo de Estudos e Pesquisa em Exclusão, Cidadania e Direitos Humanos, Universidade Federal de Sergipe
  • M. C. Mendonça Filho Grupo de Estudos e Pesquisa em Exclusão, Cidadania e Direitos Humanos, Universidade Federal de Sergipe

Palavras-chave:

Insegurança Social, Sistema Prisional e Trajetórias de Socialização

Resumo

As relações sociais pautadas no sistema capitalista atravessam uma crescente sensação de insegurança. O sistema prisional não se apresenta como garantia de punição aos corpos socais que se desviaram de suas funções. A função do encarceramento conduz uma implicação na produção de modos de vida. A pesquisa destaca às influências dos modos de dizer e de  fazer, presentes nas trajetórias de socialização, aproximando agentes prisionais, comunidade e internos a partir de uma reflexão crítica diante do modelo prisional e da crescente dificuldade de manter  a ordem pública. A pesquisa conta com técnicas e estratégias metodológicas qualitativas e quantitativas, privilegiando uma perspectiva metodológica etnográfica e a Análise Institucional. Os resultados se baseiam nos discursos de atores sociais sobre as influências da instituição carcerária e de outras instituições presentes no cotidiano. As práticas cotidianas reveladas através das trajetórias de socialização dão voz às escolhas empreendidas pelas crenças do homem nas e pelas instituições e no grupo que integra, a sociedade. 

Biografia do Autor

D. G. Santos, Grupo de Estudos e Pesquisa em Exclusão, Cidadania e Direitos Humanos, Universidade Federal de Sergipe


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