Utilização de uma Câmara de Pequeno Volume em Tomógrafos Computadorizados

Autores

  • L. G. Almeida Departamento de Física, Universidade Federal de Sergipe
  • A. F. Maia Departamento de Física, Universidade Federal de Sergipe
  • C. C. Ferreira Departamento de Física, Universidade Federal de Sergipe

Palavras-chave:

tomografia computadorizada, objetos simuladores, dosimetria.

Resumo

O avanço dos tomógrafos de múltiplos cortes tem tornado defasado o protocolo dosimétrico atualmente utilizado. Diante deste fato e de estudos recentes que mostram que, em relação a outros procedimentos radiológicos, a contribuição da tomografia computadorizada para a dose coletiva efetiva é grande, nota-se a necessidade da definição de  novos procedimentos de medidas e também da utilização de novos detectores e objetos simuladores. Assim, este trabalho teve como objetivo testar a viabilidade de utilização de um dosímetro não usual uma vez que a câmara de ionização tipo lápis, utilizada há algumas décadas, está sendo considerada inadequada para as novas características dos feixes dos tomógrafos. Dessa forma, foram realizados testes em um objeto simulador de acrílico confeccionado localmente utilizando uma câmara de ionização de pequeno volume com comprimento ativo de 23 mm e uma câmara tipo lápis com 100 mm de comprimento ativo. Os objetos simuladores confeccionados localmente foram baseados no objeto simulador de tomografia computadorizada proposto pelas recomendações internacionais. A comparação dos resultados preliminares dos testes realizados com os dois tipos de dosímetros (câmaras de pequeno volume e tipo lápis) indica a viabilidade de utilização de dosímetros não específicos para realização de medidas em feixes de tomografia computadorizada. 

Biografia do Autor

L. G. Almeida, Departamento de Física, Universidade Federal de Sergipe


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