Influência da densidade de corrente e da temperatura no processo de eletrodeposição de zinco em solução ácida à base de sulfato: estudo da eficiência do processo e da morfologia do revestimento

Autores

  • Gabriel Abelha Carrijo Programa de Pós-Graduação em Ciência, Inovação e Modelagem em Materiais, Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas, Universidade Estadual de Santa Cruz, 45.662-900, Ilhéus-BA, Brasil
  • Pedro Manoel Silveira Campos Bacharelado Interdisciplinar em Ciências, Centro de Formação em Tecnociências e Inovação, Universidade Federal do Sul da Bahia, 45.613-204, Itabuna-BA, Brasil
  • Tácia Costa Veloso Centro de Formação em Tecnociências e Inovação, Universidade Federal do Sul da Bahia, 45.613-204, Itabuna-BA, Brasil
  • Vera Rosa Capelossi Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas, Universidade Estadual de Santa Cruz, 45.662-900, Ilhéus-BA, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2021.103401

Palavras-chave:

revestimento metálico, eletrogalvanização, eficiência de corrente

Resumo

O zinco é utilizado como revestimento metálico em técnica conhecida como eletrogalvanização. Devido à sua toxicidade, os banhos baseados em cianeto caíram em desuso, dando lugar aos banhos ácidos que possuem muitos desafios a serem superados. Muitos parâmetros operacionais e de banho, como densidade de corrente, pH e concentração de zinco podem afetar a eficiência de corrente, a qualidade do depósito e a morfologia do revestimento. Assim, este trabalho avaliou a eficiência do processo e a morfologia do revestimento sobre as amostras de aço carbono AISI 1008 eletrogalvanizadas. A densidade de corrente e a temperatura foram variadas individualmente na faixa de 7,5 mA.cm-2 a 30,5 mA.cm-2 e de 40 °C a 60 °C, respectivamente. A eficiência do processo foi avaliada por meio da eficiência de corrente (ec), enquanto que as modificações morfológicas foram estudadas tanto por meio da microscopia óptica (MO) quanto da microscopia eletrônica de varredura (MEV). A temperatura do banho não impactou a ec que se manteve acima de 95% em todas as temperaturas avaliadas. Por outro lado, o aumento da densidade de corrente promoveu o aumento da ec, partindo de (85 ± 2)% em 7,5 mA.cm-2, atingindo (92 ± 2)% em 19,0 mA.cm-2 e (95 ± 1)% em 30,5 mA.cm-2. Do ponto de vista morfológico, o aumento na temperatura tendeu a aumentar a rugosidade do revestimento, enquanto que as amostras obtidas em 7,5 mA.cm-2 não foram totalmente recobertas. Portanto, recomenda-se a eletrogalvanização entre as temperaturas 40 °C e 50 °C associadas a 30,5 mA.cm- 2.

Biografia do Autor

Gabriel Abelha Carrijo, Programa de Pós-Graduação em Ciência, Inovação e Modelagem em Materiais, Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas, Universidade Estadual de Santa Cruz, 45.662-900, Ilhéus-BA, Brasil

http://lattes.cnpq.br/7024935986388318

Pedro Manoel Silveira Campos, Bacharelado Interdisciplinar em Ciências, Centro de Formação em Tecnociências e Inovação, Universidade Federal do Sul da Bahia, 45.613-204, Itabuna-BA, Brasil

http://lattes.cnpq.br/8881500083854185

Tácia Costa Veloso, Centro de Formação em Tecnociências e Inovação, Universidade Federal do Sul da Bahia, 45.613-204, Itabuna-BA, Brasil

http://lattes.cnpq.br/2420026949442774

Vera Rosa Capelossi, Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas, Universidade Estadual de Santa Cruz, 45.662-900, Ilhéus-BA, Brasil

http://lattes.cnpq.br/0713486577039303

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Publicado

2021-11-09