Crioprotetores e análise de raio-x em sementes de Passiflora criopreservadas

Autores

  • Ariane de Faria Mestrado em Genética e Melhoramento de Plantas. Universidade do Estado de Mato Grosso - Campus de Cáceres.
  • Severino de Paiva Sobrinho Universidade do Estado de Mato Grosso. Departamento de Agronomia - Campus de Cáceres.
  • Andrea dos Santos Oliveira Universidade do Estado de Mato Grosso. Departamento de Agronomia. Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas.
  • Armando Reis Tavares Departamento de Fruticultura/Instituto Agronomico (APTA).
  • Petterson Baptista da Luz Universidade do Estado de Mato Grosso. Departamento de Agronomia - Campus de Cáceres.

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2021.050201

Palavras-chave:

Passiflora eichleriana, Passiflora nitida, Passiflora mucronata

Resumo

O estudo teve como objetivo avaliar a morfologia interna de sementes de Passiflora eichleriana Mast., Passiflora nitida Kunth. e Passiflora mucronata Lam. criopreservadas com diferentes crioprotetores. Os tratamentos foram controle (sem crioprotetor e criopreservação), sementes criopreservadas sem crioprotetor, criopreservadas com glicerol a 1,73, 2,28, 2,60 e 2,71 M; sacarose a 0,37, 0,46, 0,54 e 0,61 M; dimetilsulfóxido a 0,37, 0,72, 1,04 e 1,35 M. As sementes foram criopreservadas em nitrogênio líquido (-196 °C) por sete dias. As sementes criopreservadas foram imersas em banho-maria (37 °C) por 5 minutos para descongelamento. Foi determinada a porcentagem de sementes cheias, vazias, malformadas e danificadas. As sementes foram analisadas por raio-x para verificação de danos causados pela criopreservação ou degelo. Nossos resultados demonstram que a radiografia é um método eficiente para análise de sementes criopreservadas e que a técnica de criopreservação não causou danos mecânicos nas sementes de P. eichleriana, P. nitida e P. mucronata.

Biografia do Autor

Ariane de Faria, Mestrado em Genética e Melhoramento de Plantas. Universidade do Estado de Mato Grosso - Campus de Cáceres.

Mestrado em Genética e Melhoramento de Plantas.

Severino de Paiva Sobrinho, Universidade do Estado de Mato Grosso. Departamento de Agronomia - Campus de Cáceres.

Área de Fitotecnia

Andrea dos Santos Oliveira, Universidade do Estado de Mato Grosso. Departamento de Agronomia. Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas.

Curso de Agronomia/Área de Fitotecnia.

Armando Reis Tavares, Departamento de Fruticultura/Instituto Agronomico (APTA).

Departamento de Fruticultura

Petterson Baptista da Luz, Universidade do Estado de Mato Grosso. Departamento de Agronomia - Campus de Cáceres.

Área de Fitotecnia.

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Publicado

2021-07-01

Edição

Seção

Artigos