Parcelamento de doses de K2O sobre a produção de feijão-caupi

Antonia Mirian Nogueira de Moura Guerra, Maria Gabriela Magalhães Silva, Régila Santos Evangelista, Edeilton Borges dos Santos

Resumo


Objetivou-se avaliar o efeito da forma de parcelamento das doses de fertilização potássica sobre a produção de feijão-caupi cultivar Pingo de Ouro. O trabalho foi realizado na Universidade Federal do Oeste da Bahia, em Barra (BA), no período de agosto a outubro de 2018. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, no esquema fatorial 2x5, compreendendo dois modos de aplicação da adubação potássica (toda a dose em fundação e parcelado com ½ em fundação e a outra ½ em cobertura no início do florescimento) e cinco doses de K2O (0, 40, 60, 80 e 100 kg ha-1 de K2O), com quatro repetições. Cada parcela foi composta por 20 plantas espaçadas de 0,50 m x 0,20 m. O parcelamento da dose de 100 kg ha-1 propocionou a produção de aproximadamente 22 vagens por planta. O fornecimento de toda à adubação potássica em fundação no sulco de semeadura proporcionou aumento de 6,67% no número de vagens por planta em comparação com as plantas que tiveram a adubação parcelada. As produções máximas de vagens por planta (3,3), número de grãos por vagem (17,5), massa de 10 vagens secas (50 g), massa de grãos secos de 10 vagens (30 g) e produtividade de grãos secos (2,4 t ha-1) foram obtidas, respectivamente com 60, 100, 60, 100 e 60 kg ha-1 de K2O. Destaca-se que o fornecimento da adubação potássica de modo parcelado no cultivo de feijoeiro caupi seja mais adequado e racional, pois o nutriente estará disponível no momento de maior demanda metabólica das plantas e também, serão evitadas perdas por lixiviação no solo

Palavras-chave


Fertilização potássica, produção de grãos secos, Vigna unguiculata

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DOI: https://doi.org/10.14808/sci.plena.2020.089901

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