Produtividade e qualidade de raízes de batata-doce propagadas por diferentes tamanhos de miniestacas

Maurício Dominguez Nasser, Antonio Ismael Inácio Cardoso, Amarílis Beraldo Rós, Flávia Aparecida de Carvalho Mariano-Nasser, Lidiane Fernandes Colombari, Juliana Arruda Ramos, Karina Aparecida Furlaneto

Resumo


Existem poucas pesquisas com propagação de batata-doce por miniestaquia. Objetivou-se com o presente trabalho avaliar a produtividade e a qualidade de batata-doce proveniente de diferentes tamanhos de miniestacas produzidas em bandeja plástica. As miniestacas de batata-doce da cv. Canadense foram produzidas em substrato comercial e acondicionadas em bandejas plásticas com 162 células. Foram estudados 9 tratamentos: “ramas semente” e miniestacas com 2 e 3 nós, retirados de diferentes posições das “ramas sementes”. Desta forma, obteve-se miniestacas com 2 nós contendo 1º e 2º nós, 3º e 4º nós, 5º e 6º nós e 7º e 8º nós; e miniestacas com 3 nós contendo do 1º ao 3º nó, do 4º ao 6º nó, do 7º ao 9º nó e do 10º ao 12º nó. Adotou-se delineamento experimental em blocos ao acaso, com 7 repetições, sendo 7 mudas por repetição. Aos 48 dias após o plantio das miniestacas em viveiro, realizou-se transplante para o campo. Aos 146 dias de campo, as batatas-doces foram colhidas e foram quantificadas: produtividade comercial e total em t ha-1, e taxa de sobrevivência em porcentagem. Raízes tuberosas foram separadas para avaliação das seguintes características químicas: açúcar redutor, sacarose, açúcar redutor total e amido. “Em geral, as miniestacas são indicadas para o cultivo, pois apresentam produtividade e qualidade viável para comercialização”.


Palavras-chave


Ipomoea batatas L. (Lam.); produção de mudas; olericultura

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DOI: https://doi.org/10.14808/sci.plena.2020.070204

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