Etnobotânica de plantas tóxicas como subsídio para campanhas de prevenção de acidentes: um estudo de caso em Cananéia, São Paulo, Brasil.

Juliana Rodrigues Larrosa Oler, Maria Christina de Mello Amorozo, Reinaldo Monteiro, Davi Butturi-Gomes

Resumo


Para a diminuição dos casos de acidentes com plantas tóxicas, é necessário ampliar o conhecimento da população sobre as plantas. Campanhas informativas mostram-se como as melhores maneiras de diminuir os casos de intoxicação. Este trabalho teve por objetivo fazer um levantamento etnobotânico com os moradores do município de Cananéia-SP sobre as plantas tóxicas conhecidas e identificar áreas prioritárias para ações de conscientização e prevenção de acidentes. O município foi dividido considerando sua porção insular (bairros urbanos) e a parte continental (bairros rurais), a amostra definida pelo método “bola de neve” e entrevistas semiestruturadas foram realizadas.  Não há diferença significativa entre a diversidade de plantas tóxicas conhecidas nas porções insulares e continentais. As duas áreas apresentaram alta diversidade de etnoespécies conhecidas, e também baixa similaridade, indicando a necessidade de ações específicas, com foco em espécies ornamentais para as áreas insular e continental do município, adicionado das nativas para a última.


Palavras-chave


intoxicação; conscientização; etnobotânica.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.14808/sci.plena.2019.111201

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2019 Juliana Rodrigues Larrosa Oler, Maria Christina de Mello Amorozo, Reinaldo Monteiro, Davi Butturi-Gomes

Licença Creative Commons
Todo conteúdo deste periódico, salvo quando explicitado de forma diferente, está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.