Atividade anti-helmíntica de Spigelia anthelmia no controle de parasitos gastrintestinais de Gallus gallus

Autores

  • Gilmar Ferreira Vita Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) https://orcid.org/0000-0001-9479-6414
  • Ildemar Ferreira Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
  • Maria Angélica Vieira Da Costa Pereira Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF)
  • Argemiro Sanavria Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
  • Rita de Cássia Martins Aurnheimer Centro Universitário Anhaguera de Niterói

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2019.036101

Palavras-chave:

Planta medicinal, endoparasitoses, aves domésticas

Resumo

A pesquisa foi desenvolvida no Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e Setor de Parasitologia Animal da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, no período de 2015 a 2018. O objetivo foi testar in vitro e in vivo a eficácia da planta medicinal Spigelia anthelmia Linnaeus, nas formas fitoterápica e homeopática, como meios alternativos para o controle de endoparasitos de Gallus gallus Linnaeus (1758), um sério problema que afeta a criação e desempenho de aves domésticas, ocasionando morte quando muito intenso, retardo de crescimento, redução de índice de conversão alimentar e aumento na suscetibilidade às doenças infecciosas. Para o experimento in vitro, foi realizado teste de inibição de eclosão de ovos e teste de inibição do desenvolvimento larvar; e, para o experimento in vivo, foi realizado teste de redução da contagem de ovos nas fezes. As metodologias utilizadas para execução dos testes foram preconizadas por Coles et al. (1992), creditada pela World Association for the Advancement of Veterinary Parasitology (WAAVP), organização referência para testes anti-helmínticos, e por Hubert & Kerboeuf (1992). S. anthelmia demonstrou alta taxa de eficácia nos experimentos in vitro e in vivo, com valores acima de 80,00%. O presente estudo evidenciou a presença dos gêneros Ascaridia (14,00%), Capillaria (60,00%) e Heterakis (26,00%). A planta apresentou em certos momentos valores superiores ao produto tradicional utilizado (Febendazol), ficando dentro dos índices propostos pela WAAVP, Ministério da Agricultura do Brasil e Organização Mundial da Saúde, como indicativos de eficácia.

Biografia do Autor

Gilmar Ferreira Vita, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)

Biólogo, Gestor Ambiental

M.Sc. e D.Sc. em Biologia Animal

Pós-doutorando do Programa de Pós-Graduação em Educação Agrícola

Instituto de Agronomia 

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Ildemar Ferreira, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)

Biólogo

M.Sc. e D.Sc. em Ciências Biológicas

Professor Associado

Departamento de Zoologia

Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Maria Angélica Vieira Da Costa Pereira, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF)

Médica Veterinária 

M.Sc. em Patologia Animal

D.Sc. em Parasitologia Veterinária

Professor Associado

Laboratório de Sanidade Animal

Hospital Veterinário

Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro

 

Argemiro Sanavria, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)

Médico Veterinário

M.Sc. em Extensão Rural 

D.Sc. em Ciências Veterinárias

Ph.D. em Ciências Agrárias

Professor Titular 

Programa de Pós-Graduação em Educação Agrícola

Instituto de Agronomia

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro


Rita de Cássia Martins Aurnheimer, Centro Universitário Anhaguera de Niterói

Médica Veterinária

M.Sc. em Medicina Veterinária Preventiva

D.Sc. em Ciência Animal

Professora

Curso de Medicina Veterinária

Centro Universitário Anhanguera Niterói (UNIAN)

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Publicado

2019-04-23