Percepção de professores sobre a educação inclusiva em uma instituição de nível superior no semiárido paraibano

Autores

  • Elzenir Pereira de Oliveira Almeida Universidade Federal de Campina Grande, Unidade Acadêmica de Ciências Biológicas
  • José Lucas Santos Oliveira Universidade Federal da Paraíba, Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente.
  • Cynthia Arielly Alves Alves Universidade Federal de Campina Grande, Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Horticultura Tropical
  • Thayanna Maria Medeiros Santos Universidade Federal da Paraíba, Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente.
  • Edevaldo Silva Universidade Federal da Paraíba, Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente. Universidade Federal de Campina Grande, Unidade Acadêmica de Ciências Biológicas

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2019.019902

Palavras-chave:

Capacitação, Educação Especial, Formação

Resumo

O objetivo deste estudo foi conhecer a percepção de professores de uma instituição de nível superior no semiárido paraibano sobre a Educação Inclusiva. Para a coleta de dados, foram aplicados questionários a professores do ensino superior com 10 questões/afirmativas, distribuídas em discursivas (6) e objetivas na escala de Likert (4). Esse método permite descobrir graus de opinião que podem fazer a diferença para entender o feedback recebido e foi aplicado com cinco níveis de resposta. O número amostral foi de 27 professores entrevistados que lecionam disciplinas em cursos diversos. Os dados reportaram que os professores lecionam a alunos com Necessidades Educacionais Especiais com deficiências intelectuais, tais como autismo (11,7%) e déficit de aprendizagem (7,4%), e que buscam formas de inclusão desses alunos por meio de metodologias diferenciadas, durante o ensino das disciplinas, tendo como objetivo de superar as limitações dos alunos. 74,0% (n = 20) dos professores nunca visitou instituições que atendam apenas alunos com Necessidades Educacionais Especiais e o mesmo percentual nunca participou de nenhuma capacitação para trabalhar com alunos que possuam essas necessidades. 14,8% (n = 4) dos professores discordaram que podem ter em algum momento alguma deficiência. A percepção sobre a importância da inclusão de alunos com Necessidades Educacionais Especiais no nível superior deve estar presente desde a formação inicial do professor. A capacitação profissional do docente irá minimizar as dificuldades encontradas por esses alunos em questão após ingressar na universidade, evitando assim a evasão dos mesmos.

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Publicado

2019-02-27