Avaliação da qualidade de cápsulas de losartana potássica manipuladas no município de Lagarto-SE

Autores

  • Carla Maria Lima Silva
  • Bruno Santos Lima
  • Erica dos Santos Cruz
  • Isabella Gonçalves Matos
  • Valléria Matos Andrade
  • Yasmim Maria Barbosa Gomes de Carvalho
  • Claudio Moreira Lima
  • Mairim Russo Serafini Universidade Federal de Sergipe

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2018.074501

Palavras-chave:

Losartana potássica, Controle de qualidade, Farmácia magistral

Resumo

A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados da pressão arterial. Um dos mecanismos para controle da HAS é por meio do bloqueio dos receptores de angiotensina II (AII). A losartana potássica (LP), exemplo clássico de antagonistas dos receptores do subtipo AT1, é um dos fármacos mais utilizados para o tratamento da HAS. As formulações obtidas em farmácias magistrais devem apresentar qualidade suficiente para garantir a eficácia do tratamento e segurança do paciente. Diante do exposto, o objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade de cápsulas de LP manipuladas em três diferentes farmácias de Lagarto – SE. As cápsulas de LP (50 mg) foram obtidas em três diferentes farmácias (A, B e C) e os ensaios realizados foram: determinação de peso médio, desintegração e dissolução. Todas as cápsulas manipuladas foram aprovadas nos ensaios realizados, com exceção das cápsulas da farmácia B que foram reprovadas no teste de peso médio. Dessa forma, os resultados garantem uma boa credibilidade as farmácias magistrais, uma vez que, a maioria das amostras foram aprovadas de acordo com os critérios determinados pela farmacopeia brasileira ou pela referência adotada em determinada análise.

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Publicado

2018-08-17

Edição

Seção

Artigos