Prática da automedicação entre acadêmicos do curso de enfermagem de uma instituição de ensino superior

Autores

  • Thiago Sampaio dos Santos
  • Mayron Moraes Almeida
  • Erica Vivencia Monteiro Pessoa
  • Natalia Monteiro Pessoa
  • Halmisson Darley Santos Siqueira
  • Jose Mario Nunes Silva
  • Francisco Laurindo da Silva
  • Raimundo Nonato Cardoso Miranda Junior
  • Augusto Cesar Evelin Rodrigues
  • Andrezza Braga Soares da Silva Universidade Federal do Piaui
  • Gerson Tavares Pessoa
  • Francisco das Chagas Araujo Sousa

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2018.076501

Palavras-chave:

Automedicação, Estudantes de Enfermagem, Instituições Acadêmicas

Resumo

A automedicação é uma atividade preocupante no país e conta com uma prática abusiva no intuito de aliviar sintomas de imediato sem consentimento médico. O objetivo desse estudo foi caracterizar a prática da automedicação entre os acadêmicos de Enfermagem de uma Instituição de Ensino Superior. Trata-se de uma pesquisa de campo, do tipo descritivo, com abordagem quantitativa, por meio da aplicação de um questionário abordando o comportamento dos acadêmicos de enfermagem acerca da prática da automedicação. Utilizou para análise dos dados o software estatístico SPSS 18.0. Quanto à realização da prática da automedicação 91,2% afirmaram realizar e 8,7% não realizam. Em relação à frequência da prática, 55,7% realizam-na frequentemente. O principal motivo da automedicação é a dificuldade e demora no atendimento médico (38,46%), sendo que 60,7% afirmam ter conhecimento dos efeitos colaterais e contraindicações. Os medicamentos mais utilizados foram analgésicos e anti-inflamatórios. Portanto, faz-se necessário a criação de estratégias voltadas para a conscientização dessa parcela da população, visando à redução desta prática entre eles.

Biografia do Autor

Andrezza Braga Soares da Silva, Universidade Federal do Piaui

http://lattes.cnpq.br/7099558656766724

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Publicado

2018-08-15

Edição

Seção

Artigos