Monitoramento de macrófitas aquáticas no rio São Francisco no trecho urbano de Petrolina-PE

Autores

  • Renata Teixeira de Almeida Minhoni Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Câmpus de Botucatu).
  • Marcello Henryque Costa de Souza Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Câmpus de Botucatu).
  • Roberta Daniela da Silva Santos Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Câmpus de Botucatu).
  • Célia Regina Lopes Zimback Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Câmpus de Botucatu).

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2018.039901

Palavras-chave:

landsat-8, sensoriamento remoto, classificação supervisionada

Resumo

A bacia do rio São Francisco é a terceira mais importante no Brasil e engloba 521 municípios. Dentre os municípios banhados pelo rio São Francisco, destaca-se Petrolina-PE e Juazeiro-BA, pertencentes à Região do Vale do São Francisco, considerada no cenário nacional, como sendo um dos principais polos exportadores de frutas. Toda essa produção agrícola gera efluentes contaminados com agroquímicos que, somados aos lançamentos de esgotos urbanos e industriais, vêm comprometendo a qualidade das águas do rio São Francisco e favorecendo a proliferação de macrófitas aquáticas nas margens do rio. O objetivo desse trabalho foi quantificar a evolução da área ocupada por macrófitas aquáticas, no período compreendido entre 2013 a 2016, em um trecho urbano de 11 km de extensão, situado às margens do rio São Francisco, nos municípios de Petrolina-PE e Juazeiro-BA. Para quantificar essa área foram utilizadas quatro imagens do satélite LANDSAT-8/OLI. As imagens passaram por um processo de classificação supervisionada, a partir do qual, foram gerados os mapas temáticos, representando a distribuição espacial da ocupação pela vegetação. Verificou-se maior adensamento da vegetação aquática na margem esquerda (Petrolina-PE) do rio São Francisco. No período compreendido entre os anos de 2013 a 2016, houve um aumento de aproximadamente 53% na área ocupada pelas macrófitas aquáticas no trecho estudado do rio São Francisco. A utilização de imagens de satélites e ferramentas do geoprocessamento mostraram-se eficientes, na quantificação de áreas ocupadas por vegetação aquática.

Biografia do Autor

Renata Teixeira de Almeida Minhoni, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Câmpus de Botucatu).

Doutoranda no programa de Irrigação e Drenagem. Faculdade de Ciências Agronômicas, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP – Botucatu, SP.

Marcello Henryque Costa de Souza, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Câmpus de Botucatu).

Doutorando no programa de Irrigação e Drenagem. Faculdade de Ciências Agronômicas, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP – Botucatu, SP.

Roberta Daniela da Silva Santos, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Câmpus de Botucatu).

Doutoranda no programa de Irrigação e Drenagem. Faculdade de Ciências Agronômicas, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP – Botucatu, SP.

Célia Regina Lopes Zimback, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Câmpus de Botucatu).

Professor Adjunto III. Departamento de Solos e Recursos Ambientais, Faculdade de Ciências Agronômicas, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Botucatu, SP.

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Publicado

2018-04-30