Imobilização de lipase de Candida rugosa em suporte de quitosana por ligação covalente

Autores

  • Vinicius Silva Varandas Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe
  • Renata Déda Mendonça Ferreira Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe
  • Paula Acioly Wanderley Cavalcante Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe
  • Thaynah Souza Oliveira Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe
  • Diego Freitas Coêlho Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe http://orcid.org/0000-0002-2123-5891
  • Jacqueline Rêgo da Silva Rodrigues Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe
  • Jefferson Arlen Freitas Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe
  • Roberto Rodrigues Souza Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2018.064204

Palavras-chave:

Imobilização, Lipase, Quitosana

Resumo

A imobilização de enzimas abriu novos e promissores campos de atuação, entre eles, sua aplicação como catalisadores industriais de elevada eficiência. A alta especificidade e possibilidade de reuso têm permitido a gradual substituição de catalisadores convencionais. O presente trabalho teve como objetivo a produção de um biocatalisador através do estudo da imobilização de lipase em quitosana, ambos comerciais, por meio do método de ligação covalente. O suporte foi preparado por gotejamento de uma solução de quitosana em meio alcalino e posterior ativação com glutaraldeído, agente entrecruzante para a ligação covalente. Foram utilizadas concentrações de sinalizante entre 0 e 5% para avaliar qual a melhor em uma posterior imobilização. Verificou-se que as esferas ativadas a 3% demonstraram melhores resultados na imobilização, as quais forneceram os menores valores de atividade residual e concentração de proteínas do sobrenadante, bem como um rendimento de 89,37%. O biocatalisador produzido apresentou uma atividade catalítica máxima de 275,75 U/kg em substrato sintético, mantendo boa estabilidade mesmo após ser reutilizado nove vezes. Através dos testes de agitação, foi possível verificar que as esferas possuem resistência mecânica para suportar os ensaios de ativação e imobilização, além de possíveis aplicações em processos em batelada e em reatores de leito.

Biografia do Autor

Vinicius Silva Varandas, Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química

Renata Déda Mendonça Ferreira, Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química

Paula Acioly Wanderley Cavalcante, Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química

Thaynah Souza Oliveira, Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química

Diego Freitas Coêlho, Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química

Jacqueline Rêgo da Silva Rodrigues, Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química

Jefferson Arlen Freitas, Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química

Roberto Rodrigues Souza, Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química

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Publicado

2018-07-23

Edição

Seção

VIII Seminário de Pesquisa em Engenharia Quimica