Risco cardiovascular, índices antropométricos e percepção de qualidade de vida em idosos

Autores

  • Josiene de Oliveira Couto Departamento de Educação Física/UFS em Movimento/Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristivão-Sergipe, Brasil
  • Walfran Silva Santos Departamento de Educação Física/UFS em Movimento/Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristivão-Sergipe, Brasil
  • Josivan Rosa Santos Departamento de Educação Física/ Faculdade Estácio de Sergipe, 49020-490, Aracaju – Sergipe, Brasil
  • Antony Emmanoel Costa Simões Departamento de Educação Física/UFS em Movimento/Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristivão-Sergipe, Brasil
  • Érica Gomes Marinho dos Santos Departamento de Educação Física/UFS em Movimento/Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristivão-Sergipe, Brasil
  • Roberto Jerônimo dos Santos Silva Programa de Pós-Graduação em Educação Física/ UFS em Movimento/Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristivão-Sergipe, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2017.032801

Palavras-chave:

idosos, obesidade, qualidade de vida

Resumo

O presente estudo teve como objetivo identificar à prevalência de risco cardiovascular de acordo com índices antropométricos e avaliar à qualidade de vida em idosas participantes de grupos comunitários de prática de atividade física. Trata-se de um estudo com delineamento transversal, com amostra por conveniência. A amostra foi constituída por 84 idosas com média de idade 66,66 ± 5,54 anos. Aplicou-se instrumento compilado a partir de questionários validados para o Brasil. Também coletou-se os dados de massa corporal, estatura e circunferências de cintura, quadril e abdômen. Foram analisadas as variáveis sociodemográficas, percepção de qualidade de vida, nível de atividade física e a avaliação dos índices antropométricos índice de massa corporal e relação cintura/quadril. Enquanto principais resultados, verifica-se que 64,6% dos idosos são ativos, à circunferência de cintura classifica 79,48% dos idosos como “risco” e não houve diferença entre a percepção de qualidade de vida e à exposição ao risco identificado pelos índices antropométricos (F(3,71)= 0,31; p= 0,82). Conclui-se que a circunferência de cintura foi o índice antropométrico que melhor estimou o risco do grupo e que a percepção de qualidade de vida independe da estimativa de risco a qual o sujeito está exposto.

Biografia do Autor

Josiene de Oliveira Couto, Departamento de Educação Física/UFS em Movimento/Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristivão-Sergipe, Brasil

http://lattes.cnpq.br/9966476686330647

Walfran Silva Santos, Departamento de Educação Física/UFS em Movimento/Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristivão-Sergipe, Brasil

http://lattes.cnpq.br/4529519792952070

Josivan Rosa Santos, Departamento de Educação Física/ Faculdade Estácio de Sergipe, 49020-490, Aracaju – Sergipe, Brasil

http://lattes.cnpq.br/8076481797397617

Antony Emmanoel Costa Simões, Departamento de Educação Física/UFS em Movimento/Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristivão-Sergipe, Brasil

http://lattes.cnpq.br/5150631446861840

Érica Gomes Marinho dos Santos, Departamento de Educação Física/UFS em Movimento/Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristivão-Sergipe, Brasil

 http://lattes.cnpq.br/1476586170361333

Roberto Jerônimo dos Santos Silva, Programa de Pós-Graduação em Educação Física/ UFS em Movimento/Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristivão-Sergipe, Brasil

http://lattes.cnpq.br/9379977177417705

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Publicado

2017-06-09