Mapas conceituais no ensino de física como estratégia de avaliação

Autores

  • Marinaldo Vilar de Souza Júnior Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
  • Vanessa Carolina Cunha Célio Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
  • Sandra Cristina Oliveira Nogueira Universidade Federal do Pará
  • Aline Ferreira Martins Universidade Federal do Pará
  • Kellen Heloizy Garcia Freitas Universidade Federal do Pará
  • Francisco Ferreira Sousa Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará http://orcid.org/0000-0003-3413-5520

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2017.012723

Palavras-chave:

Ensino de Física, Mapas conceituais, Estratégia de avaliação

Resumo

Considerando as várias dificuldades dos alunos de Ensino Fundamental em aprender conceitos de físicos, nota-se a necessidade de elaborar novas estratégias de ensino visando minimizar tais dificuldades e, ao mesmo tempo, despertando interesse do aluno para o estudo de Física. Como proposto por Joseph Novak, o mapa conceitual é uma ferramenta utilizada como recurso para alcançar a aprendizagem significativa, contribuindo à construção hierárquica dos conceitos a partir dos conhecimentos prévios dos alunos. Por isso, o presente trabalho foi realizado para abordar a utilização de mapas conceituais como instrumento de avaliação durante o processo de ensino e aprendizagem sobre conceitos de ondas, som e luz. Os mapas conceituais foram elaborados e aplicados aos alunos de uma turma do 9° ano de uma escola pública da cidade de Marabá (Pará). A análise foi baseada em critérios, como segue: conceitos sobre o conteúdo, hierarquização, relações entre os conceitos e clareza durante a leitura do mapa conceitual. A partir dessa análise, observou-se inicialmente que os alunos apresentam grandes dificuldades, e elas diminuem à medida que os mapas conceituais são refeitos. Os resultados deste trabalho permitiram constatar, também, que a ferramenta de mapa conceitual pode ser usada como estratégia de avaliação, bem como observar as limitações e as potencialidades que os alunos apresentam sobre a aprendizagem dos conceitos propostos. Além disso, conclui-se que os mapas possibilitam melhor aprendizagem e valorizam os conhecimentos pré-existentes dos alunos.

Biografia do Autor

Marinaldo Vilar de Souza Júnior, Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará

Faz parte do Instituto de Ciências Exatas da Unifesspa na condição de aluno do Curso de Ciências Naturais.

Vanessa Carolina Cunha Célio, Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará

Faz parte do Instituto de Ciências Exatas da Unifesspa na condição de aluna do Curso de Ciências Naturais.

Sandra Cristina Oliveira Nogueira, Universidade Federal do Pará

Faz parte do Instituto de Ciências Exatas e Naturais da UFPA na condição de aluna do Curso de Química.

Aline Ferreira Martins, Universidade Federal do Pará

Faz parte do Instituto de Ciências Exatas e Naturais da UFPA na condição de aluna do Curso de Química.

Kellen Heloizy Garcia Freitas, Universidade Federal do Pará

Faz parte do Instituto de Ciências Exatas e Naturais da UFPA e do Programa de Pós-Graduação em Química.

Francisco Ferreira Sousa, Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará

Faz parte do Instituto de Ciências Exatas da Unifesspa e dos Programas de Pós-Graduação em Física da UFPA e Pós-Graduação em Ciência dos Materiais da UFMA.

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Publicado

2017-01-13

Edição

Seção

I Workshop sobre pesquisas na Amazônia e I encontro do MNPEF da Unifesspa