Teor de prolina em brotações adventícias de mangabeira cultivadas in vitro sob condições de crescimento lento

Autores

  • Micaela da Costa Santos UFS
  • Bruno Trindade Cardoso Embrapa CPATC
  • Kicia Karinne Pereira Gomes-Copeland UFBA
  • Ana Veruska Cruz da Silva Embrapa CPATC
  • Josue Francisco da silva Junior Embrapa CPATC
  • Ana Silva Lédo Embrapa Tabuleiros Costeiros

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2016.120202

Palavras-chave:

Hancornia speciosa, conservação ex situ, cultura de tecidos

Resumo

A conservação de plantas ex situ com a aplicação de técnicas de cultura de tecidos de plantas se baseia na manutenção de coleções em laboratório por crescimento lento ou criopreservação. O sorbitol tem sido recomendado para indução de estresse hídrico com finalidade de induzir um crescimento lento em culturas de mangaba in vitro possibilitando a sua conservação.  O objetivo do trabalho foi de quantificar a prolina em segmentos nodais e foliares de mangabeira submetidas a diferentes condições de estresse osmótico para fins de conservação por crescimento lento. Microestacas contendo dois segmentos nodais e quatro folhas foram inoculados em tubos de ensaio (35 mm x 127 mm) com tampa plástica contendo 25 mL de meio de cultura de MS suplementado com 1 mg.L-1 de ácido indol acético (AIA), 1 mg.L-1 de benzilaminopurina (BAP), 30 g.L-1 de sacarose e gelificado com 3 g.L-1 de Phytagel®. Foram avaliadas diferentes concentrações de sorbitol (0;10; 20 e 40 g.L-1). Aos 30 dias após a inoculação foi realizada a quantificação da prolina em µmol.g-1 de massa fresca de folha e segmento caulinar. O maior acúmulo de prolina foi detectado em segmentos caulinares (6,37 µmol de prolina.g-1 massa fresca) em comparação com amostras foliares (2,60  µmol de prolina.g-1 massa fresca). Não houve efeito significativo do sorbitol e sua interação com tipo de amostras para o teor de prolina. A presença de prolina mesmo na ausência do sorbitol, pode indicar um possível ajustamento osmótico natural.

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Publicado

2016-12-19