Morfologia e produção de feijão comum em função da aplicação de bioestimulante

Autores

  • Ricardo de Andrade Silva Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Josué Júnior Novaes Ladeia Fogaça Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Eduardo de Souza Moreira Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Thiago Reis Prado Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Ramon Correia de Vasconcelos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2016.100201

Palavras-chave:

Phaseolus vulgaris, fitorreguladores, manejo de culturas

Resumo

Com o objetivo de verificar os efeitos da aplicação do Biozyme TF® sobre as características agronômicas e componentes de produção do feijoeiro comum foi realizado um experimento na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, em Vitória da Conquista. O delineamento utilizado foi o de blocos casualizados (DBC), quatro repetições e cindo tratamento, sendo uma testemunha e diferentes números de aplicações de Biozyme TF®, perfazendo a mesma dose ao final do ciclo da cultura, 300 mL p.c. ha-1, uma aplicação aos 30 dias após a emergência da cultura, duas aplicações, aos 15 DAE e 30 dias após a emergência, três aplicações, aos 15, 30 e 45 DAE e quatro aplicações, aos 15, 30, 45 e 60 dias após a aplicação. Aos 65 dias após a emergência foi determinada a altura de plantas, diâmetro do caule, índice, número de folhas, área foliar e massa seca de parte aérea e aos 83 dias após a emergência, foram avaliados o comprimento de vagem, número de vagem por planta, massa de mil sementes, número de sementes por vagem e produtividade. Os dados foram submetidos à análise de variância e ao teste de Tukey a 5%. A utilização do Biozyme TF® foi mais efetiva no incremento de massa quando aplicado na fase vegetativa e a aplicação deste bioestimulante não influencia nos componentes de produção. 

Biografia do Autor

Ricardo de Andrade Silva, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Doutorando no programa de pós-graduação em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Campus de Vitória da Conquista, Estrada do Bem Querer, km 04, Vitória da Conquista - BA. CEP: 45031-900, Brasil.

Josué Júnior Novaes Ladeia Fogaça, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Doutorando no programa de pós-graduação em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Campus de Vitória da Conquista, Estrada do Bem Querer, km 04, Vitória da Conquista - BA. CEP: 45031-900, Brasil.

Eduardo de Souza Moreira, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Doutorando no programa de pós-graduação em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Campus de Vitória da Conquista, Estrada do Bem Querer, km 04, Vitória da Conquista - BA. CEP: 45031-900, Brasil.

Thiago Reis Prado, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Doutorando no programa de pós-graduação em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Campus de Vitória da Conquista, Estrada do Bem Querer, km 04, Vitória da Conquista - BA. CEP: 45031-900, Brasil.

Ramon Correia de Vasconcelos, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Departamento de Fitotecnia e Zootecnia, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Campus de Vitória da Conquista, Estrada do Bem Querer, km 04, Vitória da Conquista - BA. CEP: 45031-
900, Brasil.

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Publicado

2016-10-26