Estudo do armazenamento da polpa do fruto ginja Eugênia uniflora L. e sua influencia nos teores de ácido ascórbico e antocianinas

Autores

  • Elivaldo Nunes Modesto Junior Universidade Federal do Pará
  • Suane da Silva Soares Universidade do Estado do Pará
  • Paulo Wender Portal Gomes Universidade Federal do Pará
  • Carmelita de Fatima Amaral Ribeiro Universidade do Estado do Pará
  • Rogério Migdon Vieira da Silva Laboratório Nacional Agropecuário no Pará

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2016.069932

Palavras-chave:

Ácido ascórbico, Antocianinas, Armazenamento.

Resumo

A ginja (Eugenia uniflora L. – Myrtacea) é uma espécie vegetal endêmica da região Norte Fluminense e apresenta substâncias fenólicas com ação antioxidante, ação hipoglicemiante e antireumáticas, também são utilizadas em distúrbios estomacais e como anti-hipertensiva. O Brasil é o local onde a planta melhor se desenvolve, podendo atingir até oito metros de altura. O objetivo deste trabalho foi avaliar a melhor forma de armazenamento de polpa de ginja visando encontrar melhores condições para manutenção do teor de ácido ascórbico e antocianinas. Os frutos foram coletados no município de Salvaterra, Arquipélago do Marajó, Pará nas primeiras horas da manhã, sendo coletados manualmente das arvores. Em seguida, foram sanitizados a 10 ppm e avaliados seus parâmetros físico-químicos e estudados quanto ao seu armazenamento. Para o armazenamento os frutos e polpa de ginja foram estudados por 60 dias em intervalos de 0,10, 20, 30 e 60 dias sob temperatura de refrigeração (± 8 ºC) e sob congelamento (± -18 ºC). Os frutos e as polpas armazenadas para cada tempo foram submetidos as análises de pH, acidez titulável, umidade, cinzas, sólidos solúveis, ácido ascórbico e antocianinas totais. Em relação aos parâmetros físico-químicos estudados observou-se que sob refrigeração se teve uma maior variação dos resultados quando comparado ao congelamento tanto para o fruto quanto para a polpa de ginja. Concluiu-se que a melhor forma de armazenamento do fruto e da polpa de ginja foi sob congelamento, onde foi possível verificar que não houve perdas expressivas de ácido ascórbico e antocianinas.   

Biografia do Autor

Elivaldo Nunes Modesto Junior, Universidade Federal do Pará

Graduado em Tecnologia de Alimentos pela Universidade do Estado do Pará -  UEPA e mestrando no Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos - PPGCTA, pela Universidade Federal do Pará.

Suane da Silva Soares, Universidade do Estado do Pará

Graduada em Tecnologia de Alimentos, Universidade do Estado do Pará, 68860-000.Salvaterra/Pará,Brasil

Paulo Wender Portal Gomes, Universidade Federal do Pará

Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Química, Universidade Federal do Pará, 66075-970 Belém-PA, Brasil

Carmelita de Fatima Amaral Ribeiro, Universidade do Estado do Pará

Professora doutora em Engenharia Agrícola, Universidade do estado do Pará, 68860-000, Salvaterra/Pará, Brasil.

Rogério Migdon Vieira da Silva, Laboratório Nacional Agropecuário no Pará

Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimento, Técnico em Resíduos e Contaminantes, Laboratório Nacional Agropecuário no Pará. 66093-02. Belém/Pará,Brasil.

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Publicado

2016-05-27

Edição

Seção

Jornada de TCC do Campus XIX/UEPA