Produção de lipase utilizando manipueira como fonte alternativa de carbono

Autores

  • Mayara Vieira de Jesus Universidade Federal de Sergipe
  • Thaynah Silveira de Oliveira Universidade Federal de Sergipe
  • Renata Déda Mendonça Ferreira Universidade Federal de Sergipe
  • Anita Maria de Lima Universidade Federal de Sergipe Bolsista PPDOC/FAPITEC-CAPES
  • Jacqueline Rêgo da Silva Rodrigues Universidade Federal de Sergipe
  • Cristina Ferraz Silva Universidade Federal de Sergipe
  • Roberto Rodrigues Souza Universidade Federal de Sergipe

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2016.054208

Palavras-chave:

lipase, Bacillus subtilis, manipueira

Resumo

As lipases são enzimas capazes de realizar a hidrólise de ácidos graxos, reação que é muito importante nas indústrias e mais especificamente para a produção de biodiesel. Pode ser produzida por animais, vegetais e micróbios, sendo a última forma a mais vantajosa. A sua produção em laboratório tem sido muito repetida e mostra resultados muito satisfatórios. Uma infinidade de maneiras de cultivo desta enzima é desenvolvida, variando os tipos de micro-organismos produtores, tipos de substrato, e processos de fermentação. Dentre as bactérias capazes de produzir lipase, o Bacillus subtilis se destaca notadamente nas pesquisas publicadas por se desenvolver e produzir a enzima em condições adversas. Muito frequentemente, resíduos da indústria agrícola são utilizados como meio de cultura desses micróbios, seja para baixar os custos de produção, seja para dar utilidade a tais rejeitos. Neste trabalho, a manipueira, resíduo líquido do processamento da mandioca, foi utilizada como fonte alternativa de carbono para a produção da lipase e seus resultados comparados com diferentes meios de fermentação sendo comprovada a sua eficiência na produção da enzima. 

Biografia do Autor

Mayara Vieira de Jesus, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química, Laboratório de Biotecnologia Ambiental, Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristóvão-Sergipe, Brasil. Tel. +55 (79) 2105-6677.

Thaynah Silveira de Oliveira, Universidade Federal de Sergipe

Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química, Laboratório de Biotecnologia Ambiental (LABAM), Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristóvão-Sergipe, Brasil. Tel. +55 (79) 2105-6549.

Renata Déda Mendonça Ferreira, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química, Laboratório de Biotecnologia Ambiental, Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristóvão-Sergipe, Brasil. Tel. +55 (79) 2105-6677.

 

Anita Maria de Lima, Universidade Federal de Sergipe Bolsista PPDOC/FAPITEC-CAPES

Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química e Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente, Laboratório de Biotecnologia Ambiental (LABAM), Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristóvão-Sergipe, Brasil. Tel. +55 (79) 2105-6677.

 

Jacqueline Rêgo da Silva Rodrigues, Universidade Federal de Sergipe

Departamento de Engenharia Química, Laboratório de Biotecnologia Ambiental, Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristóvão-Sergipe, Brasil. Tel. +55 (79) 2105-6677.

 

Cristina Ferraz Silva, Universidade Federal de Sergipe

Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química, Laboratório de Bioquímica Industrial, Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristóvão-Sergipe, Brasil. Tel. +55 (79) 2105-6677.

 

Roberto Rodrigues Souza, Universidade Federal de Sergipe

Professor do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química, Laboratório de Biotecnologia Ambiental (LABAM), Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de Sergipe, 49100-000, São Cristóvão-Sergipe, Brasil. Tel. +55 (79) 2105-6677.

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Publicado

2016-05-12

Edição

Seção

VII Seminário de Pesquisa em Engenharia Química - Edição financiada pela CAPES