Estudo do processo de sacarificação da crueira visando a produção de bioetanol

Autores

  • Sharlene Silva Costa Universidade Federal de Sergipe Departamento de Engenharia Química
  • Alana Mayara Santos Universidade Federal de Sergipe Departamento de Engenharia Química
  • Cristina Ferraz Silva Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Departamento de Engenharia Química Laboratório de Bioquímica Industrial
  • Roberto Rodrigues de Souza Universidade Federal de Sergipe Departamento de Engenharia Química

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2016.084203

Palavras-chave:

crueira, sacarificação, etanol

Resumo

Matérias-primas como o amido vêm sendo estudadas como grande potencial para a produção de etanol, principalmente por serem encontradas em abundância na natureza. A mandioca destaca-se por ser uma planta tuberosa típica das regiões tropicais e o Brasil é um dos grandes produtores globais. Para fins industriais, a mandioca vem sendo utilizada principalmente para a produção da farinha de mandioca, gerando diversos resíduos. Dentre eles está a crueira, a qual compreende um resíduo sólido rico em amido e gerado em abundância após a etapa de moagem e esfarelamento da mandioca. Entretanto, para os processos fermentativos é necessário que a crueira seja primeiramente hidrolisada para a conversão do amido em açúcares fermentescíveis. Diante do potencial desse substrato para bioconversão, o presente trabalho estudou o processo de hidrólise enzimática da crueira através de planejamento experimental fatorial completo 22 para analisar a influência da quantidade de extrato enzimático bruto e a concentração de crueira no processo de sacarificação. Os resultados do planejamento experimental demostraram que a variável concentração de crueira foi estatisticamente significativa. A melhor faixa de sacarificação obtida foi de 100 a 108 g/L de crueira e 70 mL de extrato enzimático atingindo 10ºBrix. Os ensaios cinéticos demonstraram que 20h é o tempo necessário para atingir o máximo da sacarificação.

Biografia do Autor

Sharlene Silva Costa, Universidade Federal de Sergipe Departamento de Engenharia Química

Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química

Alana Mayara Santos, Universidade Federal de Sergipe Departamento de Engenharia Química

Graduanda em Engenharia Química

aluna de iniciação científica PIBIC

Departamento de Engenharia Química

Centro de Ciências Exatas e Tecnologia

Cristina Ferraz Silva, Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Departamento de Engenharia Química Laboratório de Bioquímica Industrial

Departamento de Engenharia Química
Laboratório de Bioquímica Industrial

Roberto Rodrigues de Souza, Universidade Federal de Sergipe Departamento de Engenharia Química

Professor Associado

Departamento de Engenharia Química

Centro de Ciências Exatas e Tecnologia

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Publicado

2016-07-31

Edição

Seção

III Congresso Sergipano de Ciência