Choque térmico na superação da dormência de diásporos de Tectona grandis L. f.

Autores

  • Rômullo Quirino De Souza Ferreira Universidade Federal do Tocantins
  • Marília Oliveira Camargo Universidade Federal do Tocantins
  • Manoel Ribeiro Souza Junior Universidade Federal do Tocantins
  • Priscila Bezerra de Souza Universidade Federal do Tocantins
  • Lucicléia Mendes de Oliveira Universidade Federal do Tocantins

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2016.030201

Palavras-chave:

dormência, diásporos, emergência

Resumo

O objetivo deste trabalho foi testar tratamentos pré-germinativos para superar dormência de diásporos de Tectona grandis L. f.O experimento foi conduzido no Laboratório de Sementes e no viveiro da UFT - Campus de Gurupi. A coleta dos diásporos foi realizada emseis árvores matrizespresentes no sistema agroflorestal. Os tratamentos testados foram: (T1) diásporos intactos; (T2) aquecimento dos diásporos em estufa a 80 ºC por 12 h, sem imersão em água; (T3) aquecimento dos diásporos em estufa a 80 ºC por 12 h, seguido de imersão em água por 6 h; (T4) aquecimento dos diásporos em estufa a 80 ºC por 12 h, seguido de imersão em água por 8 h; (T5) aquecimento dos diásporos em estufa a 80 ºC por 12 h, seguido de imersão em água por 10 h; (T6) embebição por 16 h dos diásporos à noite e aquecimento ao sol por 8h durante o dia, seguido de embebição no final por 24 h; (T7) embebição por 16 h dos diásporosà noite e aquecimento ao sol por 8 h, por três dias, e embebição no final por 24h. Foi avaliada a emergência de plântulas, índice de velocidade de emergência, comprimento e biomassa. As médias foram submetidas à análise de variância e comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.Conclui-se que o tratamento (T2)proporcionou os melhores resultados de porcentagem e índice de velocidade de emergência, mas ainda proporcionou baixos valores, necessitando novos estudos com essa espécie.


Biografia do Autor

Rômullo Quirino De Souza Ferreira, Universidade Federal do Tocantins

http://lattes.cnpq.br/8981281515411723

Marília Oliveira Camargo, Universidade Federal do Tocantins

Manoel Ribeiro Souza Junior, Universidade Federal do Tocantins

Priscila Bezerra de Souza, Universidade Federal do Tocantins

Lucicléia Mendes de Oliveira, Universidade Federal do Tocantins

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Publicado

2016-03-17