Mastectomia radical como tratamento da mastite apostematosa crônica em ovelha Santa Inês: relato de caso

Autores

  • Alan Greison Costa Macêdo UFBA
  • Roberto Viana Menezes
  • Jeferson Silva Carvalho
  • Eliene Barbosa de Lima
  • Margareth Moura Ferreira
  • Karina Medici Madureira

Palavras-chave:

glândula mamária, cirurgia e ovino

Resumo

A mastite é uma inflamação da glândula mamária, de origem bacteriana, fúngica ou viral, e que promove alterações físico-químicas e patológicas do tecido glandular. O presente trabalho objetivou relatar a técnica de mastectomia radical bilateral em ovelha da raça Santa Inês, com 24 meses de idade, diagnosticada com mastite apostematosa crônica na Clínica de Grandes Animais do Centro de Desenvolvimento da Pecuária da Universidade Federal da Bahia. O exame físico da glândula mamária revelou aumento de volume, sensibilidade, hipertermia, consistência firme e ausência de secreção láctea. Foram realizados ainda exames laboratoriais como o hemograma e mensuração do fibrinogênio plasmático. A terapêutica clínica instituída baseou-se na administração de anti-inflamatório e antibióticos sistêmicos, além da utilização de pomada intramamária e massageamento do úbere com pomada. Após três dias de tratamento houve melhora do processo inflamatório, entretanto não foi observado o retorno da função secretora mamária, optando-se por realizar a técnica de mastectomia radical bilateral. No pós-cirúrgico, o animal foi tratado com antibiótico e anti-inflamatório sistêmicos, além do tratamento da ferida cirúrgica, recebendo alta médica 14 dias após a cirurgia.

Biografia do Autor

Alan Greison Costa Macêdo, UFBA

http://lattes.cnpq.br/5099195611212580

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Publicado

2015-04-01

Edição

Seção

III Simpósio Sergipano de Buiatria