Lixiviação e persistência do metribuzin por bioensaios

Autores

  • Ana Karine Aquino Nunes Ben Universidade do Estado de Mato Grosso
  • Ana Cássia Silva Possamai Universidade do Estado de Mato Grosso
  • William Souza Cardoso UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO
  • Ronei Ben Faculdade de Ciências Agronômicas FCA/UNESP
  • Edicarlos Batista Castro Faculdade de Ciências Agronômicas FCA/UNESP
  • Diego Belapart Faculdade de Ciências Agronômicas FCA/UNESP
  • Kássio Ferreira Mendes Universidade de São Paulo

Palavras-chave:

herbicida, lâminas d’água, mobilidade.

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial de lixiviação e persistência de metribuzin aplicada em pré-emergência em amostras de solos, para compreender a dinâmica desta molécula em solos com texturas contrastantes. O metribuzin foi aplicada em Latossolo Vermelho-LV (480 gha-1) e Neossolo Quartzarênico – NQ (360 gha-1), o experimento foi conduzido em casa de vegetação. Para a lixiviação utilizou-se colunas de PVC (30 cm de comprimento). O esquema adotado foi fatorial 6 x 6, com delineamento em blocos casualizados com seis repetições e os fatores estudados foram as lâminas de água (0, 20, 40, 60, 80 e 100 mm) e profundidades (0-5, 5-10, 10-15, 15-20, 20-25 e 25-30 cm) das colunas. Para persistência foram utilizados vasos de plástico de 5 dm³, com diferentes épocas de aplicações distribuídos em blocos casualizados em esquema fatorial 4x3 com três repetições, os fatores estudados foram doses (0; 480 e 360 gha-1) e o período de tempo entre a aplicação do herbicida (0, 25, 50 e 75 DAA – dia após a aplicação). Na avaliação de porcentagem de controle utilizou-se bioindicador (Cucumis sativus) para os dois experimentos. O metribuzin apresentou alto potencial de lixiviação em ambos os solos, e quanto maior a lâmina de água aplicada, maior profundidade alcançada e um eficiente controle de bioindicador em camadas afetadas. O metribuzin apresentou baixa persistência no solo argiloso e arenoso com a utilização de ambas as doses. Contudo, em solo arenoso a persistência não foi influenciada com o período entre a aplicação e a semeadura do bioindicador.

Biografia do Autor

Ana Karine Aquino Nunes Ben, Universidade do Estado de Mato Grosso

http://lattes.cnpq.br/6579420203205649

Ana Cássia Silva Possamai, Universidade do Estado de Mato Grosso

http://lattes.cnpq.br/7037110107076402

Ronei Ben, Faculdade de Ciências Agronômicas FCA/UNESP

http://lattes.cnpq.br/1562684974942690

Edicarlos Batista Castro, Faculdade de Ciências Agronômicas FCA/UNESP

http://lattes.cnpq.br/7522223878175250

Diego Belapart, Faculdade de Ciências Agronômicas FCA/UNESP

http://lattes.cnpq.br/2299510704601428

Kássio Ferreira Mendes, Universidade de São Paulo

http://lattes.cnpq.br/7101423608732888

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Publicado

2015-05-09

Edição

Seção

Artigos