Diferentes modelos digitais de elevação na caracterização física da bacia hidrográfica do Rio Nandico, MT, Brasil

Autores

  • Cicero Ramos Pereira da' Silva Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Sinop
  • Edgar Nogueira Demarqui Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Sinop
  • Frederico Terra de Almeida Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Sinop
  • Rafael Mingoti Embrapa Gestão Territorial
  • Adilson Pacheco de Souza Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Sinop

Palavras-chave:

geoprocessamento, recursos hídricos, região Amazônica

Resumo

O uso de Sistemas de Informações Geográficas (SIG) tem contribuído nos estudo de bacias hidrográficas por meio da automatização do processo de delineamento de bacia hidrográfica e modelos hidrológicos. O surgimento dos métodos de processamento de Modelos Digitais de Elevação (MDE) tem permitido a geração de informações, referentes às bacias hidrográficas e suas redes de drenagem, em regiões onde há carência de bases cartográficas mais detalhadas, sendo esta uma deficiência comum na Amazônia. No presente trabalho foi realizada a delimitação automática e manual da bacia hidrográfica do rio Nandico a partir dos MDE SRTM, TOPODATA e ASTER. As bacias delimitadas foram comparadas com a rede de drenagem obtida da imagem do satélite Spot. Os resultados obtidos neste estudo de caso mostraram que as diferenças obtidas na delimitação da bacia hidrográfica e, consequentemente, na obtenção de seus parâmetros físicos, gerados por diferentes bases de dados de MDE, apresentaram diferenças e com indicativo de uso, se considerando que não existem cartas planialtimétricas com escalas adequadas para comparar e validar com a realidade. E, a busca por alternativas viáveis na delimitação de bacias hidrográficas para regiões que não possuem bases cartográficas com maiores detalhamentos, como a Amazônia, apesar de carecer de mais estudos, tem na utilização dos MDE, obtidos gratuitamente, associados a imagens de satélite de alta resolução, um caminho para estudos de bacias hidrográficas para um adequado planejamento e gestão dos recursos hídricos e ambientais.

Biografia do Autor

Cicero Ramos Pereira da' Silva, Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Sinop

Engenheiro Florestal

Edgar Nogueira Demarqui, Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Sinop

Engenheiro Cartográfico, Mestre em Ciências Cartográficas, Professor Assistente

Frederico Terra de Almeida, Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Sinop

Engenheiro Civil, Doutor em Produção Vegetal, Professor Associado

Rafael Mingoti, Embrapa Gestão Territorial

Agronomo, Doutor em Irrigação e Drenagem

Adilson Pacheco de Souza, Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Sinop

Engenheiro Agrícola, Doutor em Irrigação e Drenagem, Professor Adjunto

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Publicado

2015-05-09

Edição

Seção

Artigos