Condições de armazenamento para manga ‘Tommy Atkins’ minimamente processada

Ana Veruska Cruz Silva, Evandro Neves Muniz, Paula Yaguiu, Ana da Silva Lédo

Resumo


No Brasil, a manga é uma das principais frutas de importância econômica e, apesar de muito apreciada mundialmente, seu consumo ainda é pequeno. O processamento mínimo apresenta-se como uma possibilidade de aumentar seu grau de conveniência, ampliando assim, seu consumo. O objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito de diferentes embalagens e temperatura de armazenamento no processamento mínimo da manga ‘Tommy Atkins’. Após as etapas de processamento mínimo (seleção, padronização, lavagem, corte, sanitização, enxágüe e centrifugação), os pedaços (de 2,0 x 2,0 cm) foram embalados em Polietileno Tereftalato (PET) e Polivinilcloreto (PVC), sendo mantidos a 3 ºC, 6 ºC e 9 ºC por um período de seis dias. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial composto por dois tipos de embalagens, três temperaturas de armazenamento e quatro épocas de avaliação, com três repetições. A cada dois dias, avaliou-se o teor de sólidos solúveis (SS), acidez total titulável (ATT), pH, vitamina C e coloração. Todas as variáveis, com exceção da ATT, foram influenciadas pelo tipo de embalagem (p<0,05), e a temperatura influenciou a coloração do produto. De acordo com a análise dos resultados obtidos, sugere-se o uso da embalagem PET para a manga ‘Tommy Atkins’ minimamente processada e armazenamento a 3ºC.


Palavras-chave


Mangifera indica, L.; armazenamento; qualidade

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