Determinação do volume de toras da espécie Mezilaurus itaúba (Meissn.) Taub.

Autores

  • Dirceu Lucio Carneiro Miranda Universidade Federal de Mato Grosso
  • Fabio Ferreira Azevedo Universidade Federal de Mato Grosso
  • Juliano Paulo Santos Universidade Federal de Mato Grosso

Palavras-chave:

Mensuração Florestal, Volume de Toras, Cubagem

Resumo

O presente estudo teve como objetivo avaliar a precisão das fórmulas de Smalian, Huber e Newton na determinação do volume de toras de Itaúba (Mezilaurus itauba) e verificar se existe diferença significativa entre os diferentes métodos de cubagem aplicada em diferentes tamanhos de toras. Foram mensuradas toras de 2,5; 4 e 5 metros de comprimentos, com diâmetro compreendido entre 30 e 50 cm, e  para cada tamanho de tora foram utilizadas 20 repetições. A amostragem foi realizada de forma aleatória, utilizaram-se quatro tratamentos para cada comprimento de tora: Testemunha (volume real); Huber; Smalian; e Newton. Os resultados revelaram  que não houve diferença estatística significativa considerando o nível de significância α = 5% entre os métodos de obtenção do volume. O método de Smalian foi o único que teve uma leve tendência de superestimar o volume real à medida que o comprimento da tora aumentava. Com isso conclui-se que a mensuração pode ser realizada com qualquer método de cubagem. Do ponto de vista prático o mais indicado é o método de Huber, já do ponto de vista estatístico deve-se utilizar o método de Smalian, já que este apresentou o menor erro padrão para todos os tamanhos de toras.

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Publicado

2013-08-29