Modelagem morfométrica de Licania tomentosa (Benth.) por regressão logística e máquinas vetor de suporte

Autores

  • Bruno Oliveira Lafetá Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG) - Campus São João Evangelista. http://orcid.org/0000-0003-2913-6617
  • Fernanda Ferreira da Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.
  • Milene Alves dos Santos Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.
  • Ivelton Alves Pimenta Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.
  • Ivan da Costa Ilhéu Fontan Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.
  • Natália Risso Fonseca Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.
  • Caroline Junqueira Sartori Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2020.060206

Palavras-chave:

arborização urbana, inteligência computacional, regressão não linear

Resumo

I

Investigações científicas sobre a morfometria de árvores subsidiam o planejamento e gerenciamento racionais da arborização urbana, importante para a sustentabilidade ambiental de cidades. O objetivo foi avaliar a eficiência da modelagem de relações morfométricas interdimensionais da copa de L. tomentosa empregando regressão logística e Máquinas Vetor de Suporte (MVS), identificando potenciais usos no planejamento da arborização urbana. O inventário foi conduzido nos municípios de São João Evangelista e Peçanha em Minas Gerais. Foram amostradas 116 árvores em 21 vias públicas. Calcularam-se o formal de copa, índice de saliência, índice de abrangência, grau de esbeltez, proporção de copa e área de projeção de copa. Foram testados dois métodos de modelagem para a estimativa de altura total, altura de inserção da copa e índices morfométricos de copa (r, p ≤ 0,01) em função exclusivamente do DAP, uma por regressão não linear (modelo logístico) e outra por MVS. A altura total, altura de inserção da copa, formal de copa, índice de abrangência e área de projeção de copa aumentaram à medida que fustes se tornaram mais grossos. O decrescimento com o aumento do DAP foi observado somente para o grau de esbeltez. Relações morfométricas podem ser estimadas com precisão por modelos de regressão e MVS. Informações da média assintótica do estoque de crescimento de L. tomentosa em altura total, altura de inserção da copa, área de projeção da copa e raio de copa são úteis para a definição do local de seu plantio em áreas urbanas, indicado para praças, canteiros e/ou calçadões.

Biografia do Autor

Bruno Oliveira Lafetá, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG) - Campus São João Evangelista.

Professor no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG) - Campus São João Evangelista. Possui graduação em Engenharia Florestal (2009), mestrado (2012) e doutorado em Ciência Florestal (2019), todos pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM). Realizou em 2010 mobilidade acadêmica (PROCAD) no Programa de Pós Graduação em Solos e Nutrição de Plantas na Universidade Federal de Viçosa. Tem experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em Silvicultura, Mensuração, Amostragem, Modelagem e Manejo Florestal. Também, atua com redes neurais artificiais e support vector machine (SVM).

Fernanda Ferreira da Silva, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.

Graduada do curso de Engenharia Florestal no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.

Graduada do curso de Engenharia Florestal no Instituto Federal de Educação, Ciência e

Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.

Instituição/Afiliação: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.

Milene Alves dos Santos, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.

Graduanda do curso de Engenharia Florestal no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.

Ivelton Alves Pimenta, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.

Graduando do curso de Engenharia Florestal no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.

Ivan da Costa Ilhéu Fontan, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.

Possui graduação em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Viçosa (2005), Mestrado em Ciência Florestal pela Universidade Federal de Viçosa (2007), Especialização em Proteção de Plantas pela Universidade Federal de Viçosa (2013) e Licenciatura em Biologia (2016) pelo Claretiano - Centro Universitário. Atuou como Analista Ambiental do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais – IEF/MG (2006-2007), Analista Florestal (2007-2009) e Especialista de Pesquisa e Desenvolvimento (2009-2014) na PLANTAR S/A. Foi Professor no Instituto de Ensino Superior da Região Serrana – FARESE/ES (2014-2015), Professor Substituto e Pesquisador no Instituto Federal do Espírito Santo – IFES, Campus Ibatiba (2015-2017). Atualmente é Professor Efetivo e Pesquisador no Instituto Federal de Minas Gerais – IFMG, Campus São João Evangelista (2017-atual). Tem experiência nas áreas de Recursos Florestais, Engenharia Florestal, Silvicultura, Viveiros Florestais, Meio Ambiente, Manejo Fitossanitário e Sistemas Agroflorestais.

Natália Risso Fonseca, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.

Graduada em Engenharia Florestal, com mestrado e doutorado em Fitopatologia pela Universidade Federal de Viçosa, Brasil. Realizou período sanduíche de pesquisas no Rocky Mountain Research Station do USDA Forest Service em Idaho, EUA. Possui experiência na área de Engenharia Florestal e Fitopatologia, com ênfase em Patologia Florestal, Biologia Molecular e Silvicultura. Além de experiência em análises envolvendo marcadores moleculares e dados de next-generation sequencing (RNA-seq). Atualmente é Professora efetiva do Instituto Federal de Minas Gerais - Campus São João Evangelista, MG, ministrando as disciplinas Fitopatologia I e II, Patologia Florestal e Melhoramento e Biotecnologia Florestal.

Caroline Junqueira Sartori, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Campus São João Evangelista, Minas Gerais, Brasil.

Engenheira Florestal, pela Universidade Federal de Lavras. Doutora em Ciência e Tecnologia da Madeira pela Universidade Federal de Lavras, sob orientação do Professor Fábio Akira Mori. Tem experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, atuando nos seguintes temas: tecnologia da madeira, produtos florestais não madeireiros, taninos e cascas. Atualmente, professora no Instituto Federal de Minas Gerais - IFMG, campus São João Evangelista.

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Publicado

2020-07-28

Edição

Seção

Artigos